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  • Sea and Sardinia

    D.H. Lawrence

    Sea and Sardinia describes a brief excursion undertaken in January 1921 by D.H. Lawrence and Frieda, his wife a.k.a. Queen Bee, from Taormina in Sicily to the interior of Sardinia. They visited Cagliari, Mandas, Sorgono, and Nuoro. Despite the brevity of his visit, Lawrence distils an essence of the island and its people.
    «I gave him three francs. He looked at it as if it were my death-warrant. He peered at the paper in the light of the lamp. Then he extended his arm with a gesture of superb insolence, flinging me back my gold without a word. "How!" said I. "Three francs are quite enough." "Three francs-two kilometers-and three pieces of luggage! No signore. No! Five francs. Cinque franchi!" And averting his pallid, old mud-larking face, and flinging his hand out at me, he stood the image of indignant repudiation. And truly, he was no taller than my upper waistcoat pocket. The brat! The brat! He was such an actor, and so impudent, that I wavered between wonder and amusement and a great inclination to kick him up the steps. I decided not to waste my energy being angry. "What a beastly little boy! What a horrid little boy! What a horrid little boy! Really-a little thief. A little swindler!" I mused aloud. "Swindler!" he quavered after me. And he was beaten. "Swindler" doubled him up: that and the quiet mildness of my tone of invocation. Now he would have gone with his three francs. And now, in final contempt, I gave him the other two. He disappeared like a streak of lightning up the gangway, terrified lest the steward should come and catch him at his tricks. For later on I saw the steward send other larks flying for demanding more than one-fifty. The brat.»

  • The Road to Oxiana is an account of Robert Byron's ten-month journey to Iran and Afghanistan in 1933-34 in the company of Christopher Sykes. This travelogue is considered by many modern travel writers to be the first example of great travel writing. Bruce Chatwin has described it as "a sacred text, beyond criticism" and carried his copy since he was fifteen years old, "spineless and floodstained" after four journeys through central Asia.
    By the Si-o-seh pol bridge in Isfahan, Iran, Byron wrote: "The lights came out. A little breeze stirred, and for the first time in four months I felt a wind that had no chill in it. I smelt the spring, and the rising sap. One of those rare moments of absolute peace, when the body is loose, the mind asks no questions, and the world is a triumph, was mine."

  • Portugais PIXEL 1 e 2

    Vários Autores

    O concurso Pixel (de pequenas histórias lgbt) foi pensado para acontecer no universo dos blogues, na imensa minoria da dita blogayesfera, e já contou com duas edições que decorreram no blogue de que sou autor.


    O objetivo não foi procurar escritores, mas histórias, fossem elas verídicas ou imaginadas, e contadas das mais variadas formas (prosa, poesia, vídeo, imagens, sons...).


    A primeira edição do concurso foi dedicada ao tema Good friends are hard to find (título de uma música de Ed Harcourt, que também dá o nome ao meu blogue), por ser um tema que nos é sempre muito caro, e porque no âmago da blogosfera está a procura de amigos, em especial daqueles mais difíceis de encontrar.


    A segunda edição do Pixel teve como mote Aquele abraço (mais uma vez título de uma música, de Gilberto Gil), porque a blogosfera é também um grande abraço que nos une a todos, incluindo os que estão do lado de lá do Atlântico.


    Sad Eyes (blogue "good friends are hard to find")-

  • "Escorres lentamente pelas ruas da noite, à procura do que sabes que não encontras. Porque em todos os passeios, nas esquinas incendiadas pelos projetores dos nebulosos candeeiros, a vida expõe-se como uma ferida aberta, uma chaga à espera de um lábio, uma garganta atravessada por espinhos rugosos como dedos, e tu vês esses retratos do teu anverso com um misto de fascínio e horror, de ternura e abjeção. És uma madrugada que se esqueceu de amanhecer."

  • Portugais Todo Teu: Sábado

    Nuno Oskar

    Nos feriados de junho, numa pacata aldeia balnear da costa portuguesa, surge inesperadamente Duarte, um advogado lisboeta elegante, que rapidamente se deixa cativar pelo jovem Nuno, um rapaz modesto e inocente que nasceu e viveu sempre na região, um verdadeiro "cavalo selvagem" que Duarte quer domar, ...

  •  Dois Mundos, Uma Paixão, de Pedro Xavier, é o livro 1 da série Dois Mundos, que conta a história do romance e das aventuras de Pedro e Davis, dois rapazes separados por dois mundos que se encontram para combater o mal e defender o amor. Esta é a obra de estreia de Pedro Xavier, um jovem autor, cheio de criatividade e imaginação, natural do Alentejo e amante da natureza. Um autor que a INDEX ebooks se orgulha de editar e que tem a certeza que te vai surpreender. Vê como obter os restantes livros da série Dois Mundos aqui.

  • Num velho templo em ruínas, invadido pela natureza, Pedro vê-se rodeado por todos os chefes das diversas espécies humanas do planeta Lumen : Vulcan , representando os humanos do elemento de fogo, Ocean , do elemento de água, Cyclon , pelos do ar e Continen , pelos da terra. Charles , o envelhecido representante máximo de Lumen , explica-lhes que quando uma decisão importante é tomada, cada mundo divide-se em dois, um no qual é tomada e outro em que não o é, e encarrega Pedro de uma importante missão: viajar até ao futuro de cada um desses mundos para avaliar as consequências das suas escolhas. Pedro parte para Terra 2815 , mas a sua viagem, utilizando os discos interplanetários dourados, não corre bem, e Pedro é salvo da morte por Davis , um belo rapaz de cabelos loiros e pele bronzeada por quem Pedro se apaixona. Davis é o líder dos rapazes e raparigas que restam no planeta e têm de enfrentar os malévolos Guerreiros , que mataram todos os adultos e querem agora exterminar os jovens. Pedro prometera não utilizar os seus extraordinários poderes para influenciar o decurso da história dos planetas visitados, mas o seu amor por Davis, e a ajuda de Vita , a velha árvore sábia, de Athenas , Gabriel e Mateus , permitir-lhes-á enfrentar os Guerreiros e o seu chefe, o terrivel Inominável ...


    Dois Mundos, de Pedro Xavier, conta a história do romance e das aventuras de Pedro e Davis, dois rapazes separados por dois mundos que se encontram para combater o mal e defender o amor. Esta é a obra de estreia de Pedro Xavier, um jovem autor, cheio de criatividade e imaginação, natural do Alentejo e amante da natureza. Um autor que a INDEX ebooks se orgulha de editar e que tem a certeza de que te vai surpreender.

  • INSTANTÂNEOS

    Margarida Leitao

    Uma coletânea de pequenos contos, captando instantes fugazes no tempo, pequenas situações da vida diária, recordações da infância e hesitações da velhice, quase que evocando as fotografias instantâneas que se tiram e fixam aquela expressão inesperada d

  • Fados

    Miguel Botelho

    Miguel Botelho reúne neste volume as suas letras para fados, numa singela homenagem a uma pessoa muito especial que o ensinou a amar o fado.

  • As memórias francas, por vezes imensamente divertidas, por vezes brutalmente chocantes, do percurso militar de um capitão miliciano do Exército Português, enviado para a Guerra Colonial na Guiné e em Moçambique, onde se cruzou com Spínola, Kaúlza de Ar

  • O Bom Crioulo

    Adolfo Caminha

    Amaro, um imponente e lúbrico marinheiro negro, escravo fugido de uma fazenda do interior do Rio de Janeiro, apaixona-se por Aleixo, um jovem e ingénuo grumete branco, que conhece no seu navio de guerra. Mas o destino separa-os e, quando Amaro finalmente reencontra Aleixo, as suas piores suspeitas confirmam-se.
    O Bom Crioulo foi recebido em 1895, data da sua publicação, com escândalo pela crítica literária e silêncio pelo público, devido à frontalidade e ao erotismo, pouco usuais para a época, da sua abordagem a temas tabu, como o sexo inter-racial e a homossexualidade em ambiente militar. O romance foi esquecido na primeira metade do século XX mas voltaria a ser publicado na segunda metade do mesmo século, tendo posteriormente sido traduzido para o inglês, espanhol, alemão, francês e italiano. Atualmente, faz parte do programa de leituras do exame vestibular de muitas universidades brasileiras.
    Nesta edição, fez-se uma revisão da ortografia utilizada na versão gentilmente cedida pelo Ministério da Educação do Brasil, à qual se acrescentaram anotações para enquadramento dos leitores contemporâneos.

  • Baba de Moço

    Aymmar Rodriguez

    Baba de moça é um famoso doce da culinária brasileira. Mas na poética debochada de Aymmar Rodriguéz a receita transformou-se numa curiosa publicação que já rendeu duas edições - e que agora chega à terceira, com exclusividade para a INDEX ebooks.
    Nos ingredientes do Baba de Moço de Aymmar estão a ironia e o erótico em altas doses, o obsceno servindo como crítica às mazelas quotidianas: fanatismo religioso, homofobia, violência, consumismo, alienação.
    O leitor não encontrará doçura nos poemas que compõem este Baba. Não é poesia para estômago delicados, mas sim para os que acreditam na Arte como veículo de transformação: "vamos acreditar / na descrença absoluta / recriar o mundo". Apesar da rebeldia, o apimentado Baba de Moço não deixa de ser uma opção apurada para os paladares mais exigentes.
    Nesta versão digital, estão reunidas as apresentações da primeira e segunda edições, além de um texto do escritor Raimundo de Moraes - dialogando com o leitor, num singular depoimento criador versus criatura.
    Desejamos-lhe uma boa degustação deste surpreendente menu que nos propõe Aymmar Rodriguéz.

  • Quando vi Paulo pela primeira vez, na sua torre de marfim da rua Barão de São Borja, eu soube que seríamos amigos. Ele era a ousadia e a cultura refinada que esta cidade não assimilou, um dandy dos trópicos, o Gay Sunshine de uma Mauristaadt sodomita nos becos e repressora nas casas de família.

    As lembranças que aqui são contadas não abarcam todas as ricas experiências de uma vida errante, algo de playboy e cigano irresponsável. Mas uma vida cheia de charme, of course. Tampouco traça um panorama linear do que foi a arte pernambucana nos anos 70 e 80 - anos em que Paulo, no Diário de Pernambuco, comentou, divulgou e ajudou artistas locais e de outros estados. À Sombra da Casa Azul surge como flashes, desabafo, o explícito de um sexo para sempre condenado ao profano.

    Como amigo, pude vivenciar momentos difíceis de Paulo. Como admirador de sua personalidade e de sua poesia, pude, muitas vezes, sentir orgulho de poder estar perto de alguém tão sensível e culto. Por isso, é para mim difícil dar esse modesto depoimento sobre um conjunto que está entrelaçado num mesmo leitmotiv: vida-obra-dor-esperança.

    À Sombra da Casa Azul, para nós que conhecemos intimamente a história de Paulo Azevedo Chaves, faz com que nos envergonhemos de participar de uma sociedade que pode guilhotinar talentos e promover embustes com a mesma desenvoltura de um Tartufo ou Paingloss.

    - Raimundo de Moraes

  • Neste terceiro e último caderno das nossas duas mil léguas australianas, narramos a travessia do deserto interior australiano, o Red Centre, e o percurso pela costa de Adelaide, a capital da Austrália Meridional, até Melbourne, a bela capital de Victoria. Nos últimos meses publicámos, em dois livros separados, as nossas impressões sobre as duas primeiras semanas de viagem, que nos levaram de Sydney até quase ao extremo norte tropical do continente, em Cape Tribulation. Na primeira parte de cada livro encontrará as melhores recordações e aventuras desta viagem, organizadas como um diário, que complementamos com mapas e links para mais fotos e vídeos. Na segunda parte, poderá consultar o roteiro original da viagem, com sugestões de visita adicionais e outras informações úteis.
    Na Austrália, visitámos quatro estados e três das maiores e mais belas cidades do país. Surpreendemo-nos com a arquitetura. Cruzámos quatro fusos horários e tirámos fotos no trópico de Capricórnio. Sufocámos nas temperaturas extremas do deserto. Lutámos contra moscas teimosas e inoportunas. Sentimos a força das tempestades tropicais de verão. Encantámo-nos com a vida selvagem, os elegantes casuares e as emas, os cangurus e os koalas, os leões-marinhos e as focas neozelandesas, os enormes morcegos da fruta, e as barulhentas e omnipresentes caturras e catatuas. Abrimos caminho pelo ar denso, húmido e quente das florestas húmidas tropicais e dos mangais. Mergulhámos nos mares quentes da Grande Barreira de Coral e nas águas frias dos mares do sul. Subimos montanhas imponentes, refrescámo-nos em cascatas e dormimos sob as estrelas nas infinitas extensões planas do centro desértico.
    Uma viagem inesquecível! E para que o seja, aqui deixamos as nossas memórias e aventuras de viagem. Venha connosco e divirta-se como nós nos divertimos!

  • Lígia casa-se por interesse com um rico comerciante que fez fortuna no Brasil, bastante mais velho que ela. Respeita-o, mas não o ama. Quando fica viúva, aos 32 anos de idade, regressa a Portugal e perde-se de amores por Leonel, que conhecera de criança,

  • É lugar-comum pensar que a literatura clássica greco-romana é abundante em homoerotismo, e sabemos como a leitura dos clássicos influenciou pensadores e escritores dos séculos XIX e XX como Havelock Ellis, Oscar Wilde, J. A Symmonds, E. M. Forster, Edward Carpenter, Walt Whitman, Fernando Pessoa ou outros. Mas será mesmo assim?
    Carlos Miguel de Mora sugere os critérios pelos quais se poderá julgar o que seria uma sexualidade socialmente aceitável na Roma Antiga, permitindo, assim, compreender o que seria o homoerotismo: a "transgressão" à norma, do ponto de vista do pensamento romano.



    Os resultados são surpreendentes! Alguns tabus sexuais modernos seriam pura e simplesmente inexistentes ou incompreensíveis no mundo latino; outros, como aquilo a que hoje chamamos "sexo homossexual", seria considerado perfeitamente normal e socialmente aceite em certas situações da antiguidade clássica, como neste exemplo que o autor refere: "Com efeito, (...) os escravos não são mais que objetos, e, tendo em conta o que custavam, que o dono não os penetrasse era para os romanos tão absurdo como seria para nós comprar um Mercedes e deixá-lo na garagem sem o utilizar." A leitura deste esclarecedor texto obriga-nos a refletir sobre os nossos preconceitos relacionados com a sexualidade: muitos dos aspetos da sexualidade "normal" da Roma Antiga são "imorais" nos nossos dias. Muita da sexualidade "proibida" hoje seria considerada natural no mundo latino. Assim sendo, o que muitos hoje proíbem ou condenam por contrariar o que é "natural", ou determinado pela Natureza, e logo imutável, parece afinal não ser mais que uma característica cultural da nossa sociedade contemporânea, e muitos dos textos literários catalogados atualmente como "literatura homoerótica latina" não se enquadram, de facto, nesta definição!

  • Nansen's "Fram" expedition was an attempt by the Norwegian explorer Fridtjof Nansen to reach the geographical North Pole by harnessing the natural east-west current of the Arctic Ocean. In the face of much discouragement from other polar explorers, in 1893, Nansen took his ship "Fram" to the New Siberian Islands in the eastern Arctic Ocean, froze her into the pack ice, and waited for the drift to carry her towards the pole.
    Three years later, Frederick Jackson, who had organised his own expedition to Franz Josef Land, was astonished to see"saw "a tall man, wearing a soft felt hat, loosely made, voluminous clothes and long shaggy hair and beard, all reeking with black grease". After a moment's awkward hesitation, Jackson recognized his visitor: "You are Nansen, aren't you?", and received the reply "Yes, I am Nansen."
    Nansen's first task on his return was to write his account of his voyage. This he did remarkably quickly, producing 300,000 words of Norwegian text by November 1896; the English translation, titled was ready in January 1897. The book was an instant success, and secured Nansen's long-term financial future.
    Although Nansen retired from exploration after this expedition, the methods of travel and survival he developed with Johansen influenced all the polar expeditions, north and south, which followed in the subsequent three decades.

  • Todo Teu: Quinta

    Nuno Oskar

    No Kheiron, o exclusivo clube de dominadores, onde os ricos e poderosos se divertem com os seus escravos, Duarte não consegue deixar de pensar no Nuno. Elsa, entretanto, fica furiosa quando sabe o que se passou entre os dois e decide provocar o Duarte, enviando-lhe fotos sugestivas pelo Facebook. Duarte não resiste e, quebrando todos os compromissos que havia assumido com a irmã Renata e com o seu rapaz, dirige-se ao Meco, furioso! Para complicar, Pedro, corroído pelos ciúmes, vê-o chegar.

  • Acho que hoje morreu algo em mim. Tem morrido a cada dia e sinto que isso é bom. Talvez seja o processo natural deste luto, talvez seja o nascimento de um novo ser, sim, um Alguém. Vejo a vida com novos "óculos", ou mesmo novos olhos. Despeço-me hoje de alguém em mim. Acordo de um sonho chamado esperança. Espero que "futuro" seja uma palavra aliada e me reserve coisas boas. Acho que até hoje tive, sim, tive, alguma espécie de esperança de que tudo fosse mentira ou erro de laboratório. Despeço-me dela, sem olhar para trás. Beijo a esperança. Reagente nem sempre é ruim. Hora de reagir.

    Gabriel de Souza Abreu nasceu em 1984 no interior do Estado do Rio de Janeiro, em família de classe média. Em 2010, decidiu mudar-se para a capital para concluir seus estudos de pós-graduação numa instituição de referência nacional na área de ciências da saúde. Um pouco mais de um ano de intensa vida gay na cidade do Rio de Janeiro - o paraíso homossexual do Brasil - exatamente no dia 11 de abril de 2011, às 13 horas, Gabriel recebeu um diagnóstico que mudaria sua vida para sempre: descobriu que era soropositivo para HIV-1. Na busca de novos caminhos, ele começou a escrever, registrando seus medos, expectativas e anseios, publicando em 2014 o seu primeiro livro, O Segundo Armário: Diário de um Jovem Soropositivo. Gabriel sempre se dedicou a questões relevantes para a promoção da saúde e qualidade de vida no Brasil, e atualmente concentra energias em projetos de melhoria do sistema público de saúde brasileiro e de acolhimento de jovens soropositivos.

  • Depois de uma tarde de sábado descontraída, na piscina da elegante moradia de arquitetura moderna de Renata, onde Nuno é apresentado ao milionário Rodrigo, o maior amigo de Duarte, Nuno tem a absurda ideia de dar prazer ao seu "mestre" Duarte, algemando-o à cama, no apartamento do advogado, em Lisboa. Duarte fica furioso e castiga Nuno com valentes palmadas que deixam o traseiro do seu "boneco" em brasa...
    Nos feriados de junho, no Meco, uma pacata aldeia balnear da costa portuguesa, surge inesperadamente Duarte, um advogado lisboeta elegante, que rapidamente se deixa cativar pelo jovem Nuno, um rapaz modesto e inocente, que nasceu e viveu sempre na região, um verdadeiro "cavalo selvagem" que Duarte deseja domar e submeter, abrindo-lhe caminhos para novos mundos e novos horizontes de amor e prazer.
    Não aconselhável a corações fracos nem a garotos rebeldes que precisam de castigos!

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